sábado, 7 de novembro de 2009

Bom, essa eu recebi por e-mail de uma amiga, Maria Célia. Gostei, pois viva o "Jogo do Contente" (Polianna)! A gente só se f*** mesmo né? Hahahahaha.



Sou grato...

À minha mulher,
por dizer que teremos cachorro-quente ao jantar,
porque ela está em casa comigo e não com algum outro não sei onde!

Á meu MARIDO,
esparramado no sofa como um purê de batata,
porque ele está comigo e não em algum boteco...

À ADOLESCENTE LÁ DE CASA,
que está reclamando por ter que lavar a louça,
porque isso significa que está em casa, e não nas ruas....

PELAS BRONCAS DO CHEFE,
POIS ISTO SIGNIFICA QUE ESTOU EMPREGADO....

PELA BAGUNÇA QUE RESTOU DEPOIS DA FESTA
PORQUE ISTO SIGNIFICA QUE ESTIVE RODEADO DE AMIGOS...

PELAS ROUPAS QUE ESTÃO FICANDO APERTADAS,
PORQUE ISSO SIGNIFICA QUE TENHO MAIS QUE O SUFICIENTE PARA COMER...

PELA MINHA SOMBRA QUE ME OBSERVA EM AÇÃO
PORQUE ISSO SIGNIFICA QUE ESTOU FORA, AO SOL...

PELA GRAMA QUE PRECISA SER CORTADA,
PELAS JANELAS QUE PRECISAM SER LIMPAS
E PELAS CALHAS QUE PRECISO CONSERTAR,
PORQUE ISSO SIGNIFICA QUE TENHO UMA CASA....

POR TODAS AS QUEIXAS QUE OUÇO CONTRA O GOVERNO
PORQUE ISSO SIGNIFICA QUE TEMOS LIBERDADE DE EXPRESSÃO...

PELA VAGA QUE ACHEI BEM NO FINAL DO ESTACIONAMENTO
PORQUE ISSO SIGNIFICA QUE POSSO CAMINHAR E QUE TENHO MEIO DE TRANSPORTE...

PELA CONTA MONSTRUOSA DE ENERGIA QUE PAGO
PORQUE ISSO SIGNIFICA QUE ESTOU SEMPRE CONFORTÁVEL...

PELA SENHORA DESAFINADA QUE CANTA ATRÁS DE MIM NA IGREJA
PORQUE ISSO SIGNIFICA QUE POSSO OUVIR...

PELA PILHA DE ROUPAS PARA LAVAR E PASSAR
PORQUE ISSO SIGNIFICA QUE TENHO ROUPA PARA VESTIR...

PELO CANSAÇO E MÚSCULOS DOLORIDOS AO FINAL DO DIA
PORQUE ISSO SIGNIFICA QUE FUI CAPAZ DE DAR DURO O DIA INTEIRO...

PELO ALARME QUE DESLIGO PELA MANHÃ !
PORQUE ISSO SIGNIFICA QUE CONTINUO VIVO...

E SOU GRATO PELOS ALOPRADOS QUE SÃO MEUS COLEGAS DE TRABALHO,
PORQUE TORNAM O TRABALHO INTERESSANTE E DIVERTIDO...

E, FINALMENTE, POR RECEBER E-MAILS DEMAIS,
pois isso significa que um monte de amigos pensa em mim!!!


OBS: Principalmente àqueles que adoram mandar um monte de corrente enchendo o saco. hehehehehe. Essa parte foi minha. Hahahahahaha.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Relendo, vi o quanto o poema é lindo.


PRESENÇA

É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,
teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento
das horas ponha um frêmito em teus cabelos...
É preciso que a tua ausência trescale
sutilmente, no ar, a trevo machucado,
as folhas de alecrim desde há muito guardadas
não se sabe por quem nalgum móvel antigo...
Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela
e respirar-te, azul e luminosa, no ar.
É preciso a saudade para eu sentir
como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida...
Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista
que nunca te pareces com o teu retrato...
E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te.

Mário Quintana.

Algumas lembranças do lançamento de livro indicado abaixo.


Vendeu bem... Isso é bom... Espero que venda bem na Feira do Livro que inicia amanhã aqui em Belém.




Aldrin Fiqueiredo, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), fala sobre o livro e sobre os 20 anos que conhece o autor. Rsrsrsrs.




Mauro, representando a Eduerj. Falando sobre o livro e possibilidades de publicação na editora. Trouxe um cheirinho do Rio de Janeiro... muito bom!




Muita gente. Auditório lotado.





Viva o lançamento né?

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Professor da Faculdade de História lança livro. OBA! OBA! OBA!



O historiador Márcio Couto Henrique lança, nesta quarta-feira (4), no Centro de Capacitação da UFPA, o livro Um toque de Voyeurismo: O Diário Íntimo de Couto de Magalhães (1880-1887). Na publicação, o autor analisa a figura do herói da Guerra do Paraguai, Couto de Magalhães, autor de O Selvagem, um dos primeiros estudos antropológicos sobre a figura do índio brasileiro. O diário do general aborda suas aventuras e traz um panorama da sociedade de sua época.



Couto de Magalhães nasceu em Diamantina, Minas Gerais, em 1837. Era Bacharel em Direito e foi presidente das províncias do Pará, Mato Grosso, Goiás e São Paulo. O diário dele foi publicado em 1998 pela Cia das Letras. “Escrevi sobre o diário íntimo, pela primeira vez, quando preparei um artigo que apresentei num congresso de Ciências Sociais em Aracaju, em 2003. Depois disso, transformei este artigo em projeto de doutorado. Na minha pesquisa, estive em São Paulo para consultar o diário original, no Arquivo do Estado de São Paulo”, conta o autor.


No diário, Couto Magalhães procurou construir uma imagem pública de homem forte, soldado (foi condecorado general por sua participação na guerra), sendo sempre retratado como general nas diversas imagens que ficaram dele. No entanto, escrevia diários íntimos, nos quais sobressai a imagem de um homem frágil, hipocondríaco ao extremo, ansioso, com medo de envelhecer, medo de ficar pobre. Seu diário registrava, ainda, seus sonhos, muitos deles eróticos, vários sonhos homoeróticos ou homossexuais, com índios, negros, brancos, cuja descrição ele fazia em seu diário detalhadamente, sem qualquer tipo de julgamento ou sentimento de culpa. As partes mais picantes, ele registrava em língua indígena, para dificultar o acesso de possíveis curiosos.



Como complemento à análise das cenas descritas no diário, o historiador Márcio Couto fez uso, também, de informações advindas de diferentes fontes sobre o período e o herói. Assim, explora como os homens da segunda metade do século XIX relacionavam-se consigo mesmos e seus corpos e como, por debaixo de seus muitos galões e medalhas, é possível perceber sua singular humanidade.



O livro é fruto da tese de doutorado do autor, defendida no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFPA, em 2008.


Serviço:


Lançamento do livro Um toque de Voyeurismo: O Diário Íntimo de Couto de Magalhães (1880-1887)
Dia : 4 de novembro, às 19h
Local : Auditório Rio Guamá, Centro de Capacitação
Publicação da Editora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (EDUERJ).



Texto: Diolene Machado (ASCOM/IFCH
http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=3336




Muitos estresses pra sair, mas saiu...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Além de Levi-Strauss, vai para a espiritualidade outro mestre: Verequete. Dancei muito ao som da linda voz desse homem. Tive essa oportunidade...




"O carimbó nunca morre. Quem canta o carimbó sou eu". Com letras simples a genialidade do músico Augusto Gomes Rodrigues, 93 anos, o Mestre Verequete, nunca será esquecido. A morte do mestre foi confirmada pela médica Alessandra Lima Lealno início da tarde de hoje (3), no Hospital Universitário João Barros Barreto.

Contudo, a informação somente foi repassada à imprensa depois que o serviço social do hospital informou, pessoalmente, os familiares do músico, que chegaram ao local por volta das 13h. O último boletim médico divulgado pelo Barros Barreto infomava que o quadro de Verequete tinha evoluído de uma pneumonia grave e insuficiência respiratória aguda para uma infecção generalizada. Ele estava necessitando de suporte ventilatório mecânico e uso de drogas vasoativas.

Segundo uma equipe da Secretaria de Cultura (Secult) que está no hospital, está confirmado que o velório do mestre será realizado no Theatro da Paz e que o enterro será no Cemitério Parque das Palmeiras. Os horários ainda não foram confirmados.

História - Verequete, nasceu na localidade de Careca, próximo à Vila de Quatipuru, em Bragança, no dia 26 de agosto de 1916. Aos três anos, após perder a mãe, mudou-se com o pai para Ourém, onde iniciou sua trajetória artística, no terreiro da negra "Piticó".Cantor e compositor de carimbó, Verequete foi um dos primeiros divulgadores do ritmo nos subúrbios de Belém. Organizou o conjunto "O Uirapuru", em Icoaraci, e gravou seu primeiro disco em 1970, reunindo uma série de temas de carimbó.


(Diário Online)